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terça-feira, 29 de janeiro de 2008

Porcas fluorescentes transmitem mudança ganética aos filhotes

Uma porca geneticamente modificada na China para brilhar no escuro teve dois filhotes fluorescentes, o que mostra que a modificação pode ser hereditária.
Cientistas chineses injetaram uma proteína fluorescente verde no embrião da porca antes de seu nascimento em dezembro de 2006. Como resultado o animal emite uma luz verde quando é exposto a raios ultravioleta, segundo a agência Nova China.
Depois de acasalar com um porco comum, teve 11 filhotes e dois deles herdaram a característica, explicou Liu Zhonghua, professor na Universidade Agrícola do Nordeste, na cidade de Harbin.
"O focinho, as patas e as línguas dos dois leitões emitem uma luz verde quando são expostas a raios ultravioleta, o que demonstra que a tecnologia para gerar porcos transgênicos por meio da transferência de núcleo celular está pronta", afirmou Liu.
A transferência nuclear consiste em passar o núcleo de uma célula a outra, previamente esvaziada do seu próprio, e é utilizada em particular na clonagem.
Cientistas de Taiwan já haviam gerado porcos fluorescentes em janeiro de 2006, mas segundo Liu o nascimento destes novos dois leitões amplia as possibilidades científicas e médicas, já que demonstra este tipo de modificação genética pode ser transmitida por descendência.
"Esta tecnologia promete engendrar excelentes porcos transgênicos e até mesmo criar porcos especiais que proporcionem órgãos para operações de transplante a humanos no futuro", concluiu.

fonte:http://afp.google.com/article/ALeqM5hXUmovfV7L68zfnoDnriVdk-dUEQ

No caminho que vai daqui a uns anos, todos os animais que usamos para nos alimentar-mos, irão ser genéticamente modificados.
Resta saber se isso trara algum benficio para a nossa saúde.

sexta-feira, 4 de janeiro de 2008

Gene mutante é assossiado ao cancro da mama






Cientistas americanos e europeus descobriram uma relação entre mutações genéticas celulares e a hereditariadade do risco de contrair o cancro da mama.
De acordo com os cientistas, ja se sabia há muito que as mulheres com mutações no gene BRCA1 apresentam mais chances de desenvolver o cancro da mama. A universidade da Colombia em conjunto com a universidade de lund, acredita ter identificado como essa mutação leva ao cancro: a alteração no BRCA1 tornaria as células incapazes de consertar um DNA danificado.
O estudo buscou pequenas alterações cromossomáticas no gene PTEN, responsável pelo controle do crescimento das células, em pacientes com cancro de mama associado ao BRCA1. A conclusão foi de que os tumores se desenvolvem quando o PTEN é danificado. A descoberta indica que os remédios existentes voltados ao PTEN podem ser eficazes no tratamento contra o cancro do tipo basal.




Se isto for mesmo verdade é bom pois poder-se-a descobrir a cura, através de remedios ou mesmo novas terapias.Tornaria o sofrimento das mulheres e dos homens com cancro da mama menor.
















sexta-feira, 14 de dezembro de 2007



Leite materno deixa-nos mais intelegentes



Li numa revista que dois artigos poblicados por uma revista norte-americana, defendem a existencia de um gene que pode explicar porque é que as crianças amamentadas ao peito têm um QI mais elevado do que as alimentadas a biberão. Uma equipa do Reino Unido e outra da nova Zelandia, que estudaram 3000 pessoas, descobriram que quem tem uma determinada variante do gene FADS2 e bebeu leite materno em bebé tem, em média, mais stet pontos na escala do QI.





Eu quando li esta noticia pensei que fosse o leite materno em si que aumentasse o QI dos bebés, mas quando continuei a minha leitura percebi, que não era só o leite em si que aumentava o QI, mas sim o leite materno associado a um gene específico. Esta descoberta realsa a importancia de se amamentar os recennascidos com leite materno pois, aumentalhe as defesas e também lhe pode aumentar o QI.




terça-feira, 6 de novembro de 2007

Pílula genética

Cientistas americanos anuciaram que estão desenvolvendo um novo tipo de pílula , designada por pílula genética, que não provoca em tese os efeitos colaterais que os contraceptivos utlizados hoje em dia.
A técnica, chamada Interferência no RNA, consiste em bloquear o funcionamento de um gene importante para a fertilização do óvulo. Durante as suas pesquisas cientistas americanos identificaram o gene-ZP3-que torna activo no óvulo durante a releçaõ sexual momentos antes de ele ser fecundado.O ZP3 produz uma protaína que possibilita o espermatozoide aderir as paredes do óvulo. Sem essa protaína os espermatozoídes não têm como entrar.

Este metodo foi testado com sucesso em ratos, mas para humanos vai demorar dez anos a ser criado.


FONTE :http://www.agorams.com.br/index.php?ver=ler&id=113545


Acho muito importante a criação desta pílula pois não possui uma descarga de hormonas, não diminuindo a fertilidade da mulher. Pena é demorar tanto tempo a ser desenvolvida para seres humanos.